24 de fevereiro de 2010

Os animais

Competência específica: Escrita.
Descritores de desempenho: - Planificar pequenos textos em colaboração com o professor: pesquisar informação; organizar informação.
- Redigir textos de acordo com o plano previamente elaborado em colaboração com o professor: respeitando as convenções gráficas e ortográficas
e de pontuação; evitando repetições...
Experiências de aprendizagem: Desenvolver um ciclo de escrita.

Sessão I

Pesquisa e Integração de novos conhecimentos acerca do tema

Os alunos realizam pesquisas sobre o tema "Os animais" em: livros diversos;
na internet; em enciclopédias e na diciopédia; junto dos seus Pais e familiares.

Na sala de aula são projectadas algumas apresentações sobre os temas: Animais domésticos; Animais Selvagens; Espécies protegidas.

Sessão II

Mobilização dos conhecimentos adquiridos

Realiza-se no quadro da sala uma chuva de ideias acerca no tema, com o contributo de todos os alunos.

Planificação

Os alunos, numa folha branca e mediante as sugestões de todos e orientação constante do professor, estruturam a informação da chuva de ideias, agrupando-a por categorias.























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Sessão III

Textualização
Partindo da organização da informação e dispostos em pequenos grupos, desenvolve-se o texto"Os animais". A actividade é constantemente interrompida para cada grupo expor à turma o trabalho já realizado e haver sugestões de melhoramento por parte dos outros grupos.
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.Sessão IV
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Revisão
Os grupos trocam os textos entre si e fazem sugestões de correcção e melhoramento. No final, a professora faz uma última revisão, explicando à turma as correcções que considerou fazer.

3 de fevereiro de 2010

A Fada Oriana

Competência específica: Leitura.
Descritores de desempenho: Ler com progressiva autonomia palavras, frases e pequenos textos para: localizar a informação pretendida; responder a questões sobre o texto; compreender melhor; propor títulos para textos.
Experiências de aprendizagem: Leitura do texto pela professora, com estratégias específicas de "Antes" e "Durante da leitura"; Em pequenos grupos, resolver exercícios relativos a processos básicos de compreensão; Apresentação do trabalho à turma, com análise/reflexão das respostas do grupo.

Texto
Era uma velha muito velha que vivia numa casa velhíssima. E dentro da casa só havia trapos, móveis partidos e louça rachada. Oriana espreitou pela janela que não tinha vidro. A velha estava a arrumar a casa e enquanto trabalhava falava sozinha, dizendo:
– Que negra vida, que negra vida! Estou tão velha como o tempo e ainda preciso de trabalhar. E não tenho nem filho nem filha que me ajude. Se não fossem as fadas que seria de mim?
«Quando eu era pequena brincava na floresta e os animais, as folhas e as flores brincavam comigo. A minha mãe penteava os meus cabelos e punha uma fita a dançar no meu vestido. Agora, se não fossem as fadas, que seria de mim?
Quando eu era nova ria o dia todo. Nos bailes dançava sempre sem parar. Tinha muito mais do que cem amigos. Agora sou velha, não tenho ninguém. Se não fossem as fadas que seria de mim?
Quando eu era nova tinha namorados que me diziam que eu era linda e me atiravam cravos quando eu passava. Agora os garotos correm atrás de mim, chamam-me ‘velha’, ‘velha’ e atiram-me pedras. Se não fossem as fadas que seria de mim?
Quando eu era nova tinha um palácio, vestidos de seda, aios e lacaios. Agora estou velha e não tenho nada. Se não fossem as fadas que seria de mim?»
Oriana ouvia esta lamentação todas as manhãs e todas as manhãs ficava triste, cheia de pena da velha, tão curvada, tão enrugada e tão sozinha, que passava os dias inteiros a resmungar e a suspirar.
As fadas só se mostram às crianças, aos animais, às árvores e às flores. Por isso a velha nunca via Oriana; mas, embora não a visse, sabia que ela estava ali, pronta a ajudá-la.
Depois de ter varrido a casa, a velha acendeu o lume e pôs a água a ferver. Abriu a lata do café e disse:
– Não tenho café.
Oriana tocou com a sua varinha de condão na lata e a lata encheu-se de café.
A velha fez o café e depois pegou na caneca de leite e disse:
– Não tenho leite.
Oriana tocou com a sua varinha de condão na caneca e a caneca encheu-se de leite.
A velha pegou no açucareiro e disse:
– Não tenho açúcar.
Oriana tocou com a varinha de condão no açucareiro e o açucareiro encheu-se de açúcar.
A velha abriu a gaveta do pão e disse:
– Não tenho pão.
Oriana tocou com a varinha de condão na gaveta e dentro da gaveta apareceu um pão com manteiga.
A velha pegou no pão e disse:
– Se não fossem as fadas que seria de mim!
E Oriana, ouvindo-a, sorriu.
Sophia de Mello Breyner Andresen,
A Fada Oriana, Porto, Ed. Figueirinhas, 2000

Identificar ideias principais







Agrupar palavras




Inferir


Compreender conectores
Responder afectivamente/Apreciar

27 de janeiro de 2010

A nossa ida à Quinta Pedagógica...

Saímos da escola por volta das 9:30h e fomos de transporte público - de autocarro - para a quinta. A viagem, embora bastante curta foi uma animação!!


Já na quinta dirigimo-nos para a cozinha, onde a Engenheira Cristina nos esteve a mostrar várias espigas de cereais e nos explicou o processo pelo qual tinham de passar para se transformarem em farinha.



Pudemos apreciar espigas de milho, trigo, centeio e aveia. Nós nunca tínhamos ouvido falar em aveia...



De seguida, com a ajuda da D. Helena estivemos a amassar a massa para fazer pão de trigo. Podem ver como nos dedicámos à árdua tarefa de amassar o pão!!!



Até a nossa Professora Paula nos tentou ajudar!!! Ela estava tão interessada que até pediu a receita do pão de trigo à D. Helena!



Após o pão ter levedado, colocámo-lo no forno e fomos visitar a quinta. Vimos imensos animais: galinhas, patos, porcos, vacas, um burro, uma égua, cães, gatos, pássaros... Gostámos imenso do que vimos!


No fim fomos buscar o nosso pãozinho. Estava tão quentinho!
À tarde, no lanche, a nossa professora deitou-nos manteiga no pão e comemo-lo. Hummm.... estava delicioso!!
Foi uma manhã muito bem passada! Queremos repetir!



20 de janeiro de 2010

A história de Maria Benguela e Pascoal

Competências específica: Expressão Oral; Escrita.
Descritores de desempenho: Participar em actividades de expressão orientada respeitando regras e papéis específicos: ouvir os outros; esperar a sua vez; respeitar o tema. Escrever textos mediante proposta do professor.

Experiência de aprendizagem I

Os alunos observam um PowerPoint com "A história de Maria Benguela e Pascoal.

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Experiência de aprendizagem II
Após a observação da história, os alunos, dispostos em grupos de três, encetam um debate sobre a mesma. Nesta fase, é chamada a atenção dos alunos para os quadros, onde são apresentadas algumas regras que devem ser tidas em consideração nos debates, e expressões para intervir nos mesmos.

Experiência de aprendizagem III
Após o debate, recebem uma ficha de trabalho, na qual têm de fazer o reconto da história. Concomitantemente, para auxiliar os alunos na escrita e permitir que a possam enriquecer, é também apresentado um quadro com palavras ou expressões para ligar frases ou iniciar parágrafos.
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Alguns trabalhos:

História de Maria Benguela e Pascoal


Era uma vez a Maria Benguela que era preta como o café, como a noite escura e preta como a tinta-da-china. Depois a mãe de Pascoal mandou-o ir comprar café e ele encontro uma amiga verdadeira chamada Maria Benguela. Estavam tão entretidos que até se esqueceram de ir comprar café. Foi quando se lembrou de ir comprar café, foi a correr, mas já não foi a tempo. Mas a Maria Benguela teve uma ideia e foram a correr e o Pascoal disse à mãe:
- Como vês, não trouxe café, mas trouxe uma amiga!
A mãe do Pascoal riu-se e disse:
- Uma amiga!
A mãe do Pascoal riu-se e disse:
- Gosto muito da tua amiga nova!
E depois ficaram muito contentes. Quando Maria Benguela chegou a casa, sentiu o cheirinho de qualquer coisa e contou à mãe:
- Encontrei um amigo da cor desse açúcar que deitas no bolo.

Grupo de trabalho:
Luís
Adriana
Fátima

História de Maria Benguela e Pascoal


Era uma vez uma menina chamada Maria Benguela que era preta como o café, e como a tinta-da-china. Era uma vez um menino que se chamava Pascoal, que era branco como as chaminés pintadas outra vez. Um dia a mãe do Pascoal pediu ao filho para comprar café. A meio do caminho encontrou uma menina e o menino disse:
- Tens uma pele tão preta como o café e como a cor da tinta-da-china.
Ela respondeu que ele era branco como os dentes da Maria Benguela. Quando os meninos chegaram ao café, este já estava fechado. Os meninos decidiram brincar um bocadinho. A menina foi a casa do Pascoal e o menino disse à mãe que não trouxe o café que lhe pediu, mas trouxe a menina que era da cor do café.

Grupo de trabalho:
Ângela
Adriana
Jéssica
Marco
E agora, vamos jogar? Clica aqui (depois de entrares, clica em Modos de falar)

2 de dezembro de 2009

O Velho,o rapaz e o burro

Competência específica: Escrita.
Descritores de desempenho: Redigir textos respeitando as convenções gráficas e ortográficas e de pontuação; utilizar materiais de apoio à produção escrita.
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Experiência de aprendizagem I
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Os alunos recebem uma ficha de trabalho com um quadro, no qual têm de escrever palavras com "an" e "am", retiradas da audição da fábula de La Fontaine “O velho, o rapaz e o burro”, projectada na sala de aula. A seguir é apresentado também um powerpoint com a mesma fábula, no sentido de melhor se apropriarem da grafia das palavras identificadas.

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Experiência de aprendizagem II

Os alunos são questionados acerca da existência, ou não, de outra grafia para o som , chegando-se à grafia "an", "am" e "ão". A seguir realiza-se uma “chuva de palavras” para grafias diferentes ("an", "am" e "ão") do som. Os alunos lêem essas palavras em voz alta, pronunciando-as correctamente e comparando-as. Esta leitura será gravada para anásile na turma.


leitura T24.mp3

Experiência de aprendizagem III

São identificadas as regras ortográficas para a escrita de palavras com "am"/"an" e "am"/"ão". Essas regras são sistematizadas no quadro e copiadas pelos alunos para o caderno. Faz-se também um cartaz, com as mesmas, para afixar na sala de aula.


Experiência de aprendizagem IV

Os alunos retiram algumas palavras da “chuva de palavras” realizada e escrevem um pequeno texto, tendo sempre em atenção o cartaz com as regras de escrita, já afixado no placar da sala de aula. Cada aluno troca o seu texto com um elemento do seu grupo que o irá corrigir.

18 de novembro de 2009

Tenho um colarinho

Competência específica: Leitura; Conhecimento explícito da Língua.
Descritor de desempenho: Aumentar o léxico visual (palavras que se reconhecem rápida e globalmente), através da repetição frequente da leitura do texto.Discriminar e articular correctamente os sons “br, cr, dr, fr, gr, tr, pr”; estabelecer relações de semelhança e diferença entre sons.
Experiência de aprendizagem: Leitura, em casa, de alguns trava-línguas. Gravação dessas leituras na sala de aula. Identificação dos sons que mais se repetem em três dos trava-línguas. Realização de uma ficha de trabalho para preenchimento de lacunas em palavras e frases com os grupos consonânticos “br, cr, dr, fr, gr, tr, pr”; divisão de palavras em sílabas; identificação de palavras com os mesmos grupos consonânticos; realização de uma sopa de letras e identificação de palavras intrusas.

Colarinho.mp3
Voz: Ariana Varajão

Tenho um colarinho

Tenho um colarinho
muito bem encolarinhado.
Foi o colarinhador
que me encolarinhou
este colarinho.
Vê se és capaz
de encolarinhar
tão bem encolarinhado
como o encolarinhador
que me encolarinhou
este colarinho.

1 - Observa os seguintes trava-línguas. Escolhe um deles e memoriza-o!


2 - Completa as palavras com:
3 - Divide as palavras anteriores em sílabas.


4 - Escreve frases criativas com as palavras.

5 - Completa as frases com as palavras ao lado.

6 - Descobre nesta sopa de letras 8 palavras que tenham cr, dr, fr, gr, pr, tr ou vr.


7 - Escreve palavras que contenham cr, fr, gr, pr, tr ou vr.


8 - Risca a palavra intrusa em cada frase e volta a escrevê-la correctamente.

Experimenta ler outros trava-línguas:

Trava-línguas



Trava-línguas


Trava-línguas



Trava-línguas


Trava-línguas